PROJETO ARTE E CIDADANIA EM HELIÓPOLIS

MÓDULO I - O DIA EM QUE TÚLIO DESCOBRIU A ÁFRICA
- REALIZADO EM 2009

MÓDULO II - NORDESTE/HELIÓPOLIS/BRASIL - REALIZADO 2010/2011

domingo, 6 de maio de 2012




terça-feira, 3 de abril de 2012

PRIMEIRA AULA COM PAULINHO FABIANO

segunda-feira, 26 de março de 2012

quinta-feira, 22 de março de 2012

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

PROCESSO TULIO 2012






















segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

MATARAM JOÃO NINGUÉM

Estamos sentido Uma dor profunda, e como não podia ser diferente escolhemos a arte para aqui representa-la e compartlharmos em forma de poesia. (esta poesia faz parte do livro A QUEDA PARA O ALTO. O primeiro espetáculo da Companhia de Teatro Heliópolis)


Mataram João Ninguém

Quando o próximo sangue jorrar
daquele por quem ninguém irá chorar,
daquele que não deixará nada para se lembrar
daquele em quem ninguém quis acreditar.
Quando seus olhos só puderem fitar o escuro
quando seu corpo já estiver inerte, frio e duro,
quando todos perceberem morto João Ninguém
e quando longe de todos ele será seu próprio alguém.
Tantas mãos, tantas linhas incertas,
tantas vidas cobertas, sem ninguém pra sentir,
Tantas dores, tantas noites desertas
tantas mãos entreabertas, sem ninguém pra acudir.
Qualquer dia vou despir-me da luta
pisar em coisas brutas, sem me arrepender.
Tão difícil ver a vida assassinada
quando estamos já tontos pra tentar sobreviver.
As perguntas sem respostas, sem nada,
as vidas curtas e desamparadas
o último grito que não foi ouvido
calaram mais um homem iludido.
E no mundo não dão mais argumentos
pra fugir aos lamentos
De quem sozinho falece.
de quem sozinho falece.
Para esses, não há mais compreensão,
não há mais permissão, para que se tropece.
Na televisão, o aguardo da cotação
um instante ocupado, para dizer morto João Ninguém
mas a aflição ataca, a cotação subiu ou caiu?
e João morreu... ninguém ouviu.
Eu vou distribuir panfletos,
dizendo que João morreu
talvez alguém se recorde
do João que falo eu.
Falo daquele mendigo que somos
pelo menos em matéria de amor,
daquele amor que esquecemos de cultivar
o qual com tanto dinheiro, ninguém jamais coroou.

Anderson Herzer

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Estamos trabalhando para que esta casa,hoje, nossa sede,volte a ter a grande efervescência cultural que já teve no passado. Essa é uma singela homenagem à Mariajosé de Carvalho,grande artista, que promoveu maravilhosos Saraus nessa casa quando ainda morava na mesma.Hoje ela  deve está por aí em algum lugar no cosmo(acredito),olhando e nos mandando a sua energia para continuarmos.Nos despedimos do ano de 2011, ano que foi muito positivo para nós, lhe homenageando.